Durante o exercício, o Fundo distribuiu R$ 31,25/cota, equivalente a um Dividend Yield anualizado de 30,3% considerando a cota patrimonial média ao longo do ano. O retorno anualizado considerando a variação da cota patrimonial + amortizações + rendimentos no exercício foi de 13,9%.
O Fundo seguirá recebendo os recursos provenientes dos CRIs que fazem parte do portfólio (recursos advindos das vendas das unidades residenciais em desenvolvimento)
Nos últimos meses, seguimos em um período de manutenção das taxas de juros em patamares elevados no Brasil, tendo em vista a preocupação com a inflação e a expectativa dos agentes sobre a política fiscal do atual governo. Ao longo de 2026, o BACEN iniciou o processo de redução da taxa básica de juros. Na última reunião do COPOM, em Setembro/2026, a Selic foi reduzida em 0,25%, chegando ao patamar atual de 13,75% a.a. após cinco reduções de 0,25% ao longo do ano, partindo de 15,00% a.a. no início de 2026. Apesar do movimento de queda, a redução ainda é pouco representativa para gerar um efeito positivo no mercado de capitais, e as cotas dos FIIs listados seguem negociadas com desconto em relação ao seu valor justo. Nos EUA, o FED elevou os juros em 0,25% na reunião de Setembro/2026, levando a taxa para a faixa de 3,75% - 4,00%, e o mercado já espera uma nova alta. Caso os juros lá fora sigam em trajetória de alta, é possível que a pressão nos juros futuros brasileiros se mantenha, dificultando a aceleração do ciclo de cortes no Brasil e prejudicando o mercado de renda variável local. Com a Selic ainda em patamares contracionistas, o mercado de capitais segue impactado negativamente, com a desvalorização das cotas dos FIIs no mercado secundário, pressão sobre o IFIX e redução das emissões de FIIs listados no curto prazo. Para o próximo período, na visão do Gestor, o mercado imobiliário deve continuar na espera de uma melhora no cenário econômico, com a continuidade e aceleração do ciclo de cortes na Selic, para que as perspectivas fiquem mais claras e uma melhora de preços dos ativos aconteça.
A perspectiva é que as obras e as vendas das unidades residenciais que fazem parte do portfólio do Fundo continuem normalmente.
(i) 1,45% (um inteiro e quarenta e cinco centésimos por cento) ao ano, apropriada diariamente e paga mensalmente até o 5º (quinto) Dia Útil do mês subsequente ao mês que se refere, aplicado (a.1) sobre o valor contábil do patrimônio líquido da Classe de cotas do Fundo; ou (a.2) caso as cotas do Fundo tenham integrado ou passado a integrar, no período, índices de mercado, cuja metodologia preveja critérios de inclusão que considerem a liquidez das cotas e critérios de ponderação que considerem o volume financeiro da Classe de cotas emitidas pelo Fundo, como por exemplo, o IFIX, sobre o valor de mercado da Classe de cotas do Fundo, calculado com base na média diária da cotação de fechamento da Classe de cotas de emissão do Fundo no mês anterior ao do pagamento da remuneração (“Base de Cálculo da Taxa Global”), observada o valor mínimo mensal de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), atualizado anualmente, a partir do mês subsequente à data de funcionamento da Classe perante a CVM, pela variação positiva do IGP-M; e (ii) 0,05% (cinco centésimos por cento) ao ano, caso as cotas encontrem-se registradas em central depositária da B3 para negociação em mercado de bolsa ou de balcão, aplicado sobre a Base de Cálculo da Taxa Global, observada a remuneração mínima mensal de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), a ser corrigida anualmente, a partir do mês subsequente à data de funcionamento da Classe perante a CVM, pela variação positiva do IGP-M, ou por índice distinto de correção monetária, desde que o valor seja inferior à correção pelo IGP-M.