Os Ativos Alvo adquiridos até então pelo Fundo estão em linha com a estratégia do fundo, ao final do mês de junho de 2025, o Fundo apresentava 94,5% do seu PL alocado em cotas de FII (Fundos de Investimento Imobiliário), 4,8% em CRI (Certificado de Recebível Imobiliário) e 0,7% em Compromissadas. No que diz respeito ao perfil dos FIIs investidos, 44,8% do PL estava investido em posições Táticas (estratégia de alocação em ativos com potencial de retorno de curto e médio prazo) e 54,5% do PL em posições Imobiliárias (estratégia de alocação em ativos com qualidade imobiliária e viés de longo prazo).
O Gestor está em contínua avaliação de potenciais novos ativos que atendam à Política de Investimento do Fundo (foco principal em Fundos Imobiliários) bem como monitora constantemente a carteira do Fundo visando mudanças no portfólio que agreguem valor aos cotistas.
Ao longo de 2025, o mercado de Fundos Imobiliários (FIIs) passou por forte volatilidade, influenciado por fatores fiscais, políticos e externos. A crise fiscal brasileira — com inflação elevada, juros altos e ausência de reformas — aumentou a aversão ao risco e pressionou os retornos exigidos pelos investidores.
Apesar de momentos de recuperação, como os deságios históricos em CRIs e FIIs de Tijolo e a proposta de isenção de IR para rendas até R$5 mil, a fragilidade fiscal persistiu. Medidas como uso do FGTS e crédito consignado indicaram foco político sobre ajustes estruturais, enquanto as eleições de 2026 começaram a moldar expectativas.
Choques externos, como tensões comerciais entre EUA e China e preocupações com a solvência americana, elevaram os riscos globais. No Brasil, a unificação do IR e a futura tributação dos rendimentos de FIIs geraram volatilidade, embora a manutenção da isenção até o fim de 2025 e a resistência do Congresso tenham amenizado os impactos.
No mercado de es
Diante do elevado grau de incerteza macroeconômica, mantemos cautela em nossas alocações de recursos, priorizando fundos com histórico de melhor desempenho em ambientes de altas taxas de juros e inflação elevada. A situação fiscal permanece como principal preocupação no cenário doméstico, com o desafio de equilibrar o orçamento público: as despesas obrigatórias crescem acima da inflação, reduzindo o espaço para gastos discricionários, enquanto a aprovação de novas receitas por meio de aumento tributário enfrenta resistência no Congresso Nacional.
Segundo as projeções mais recentes do Boletim Focus, antecipa-se o início de um ciclo de flexibilização monetária a partir do primeiro trimestre de 2026, com a taxa Selic recuando para 12,50% ao ano e a inflação convergindo para 4,3%, alinhada com a meta estabelecida pelo CMN.
Pela administração do FUNDO, nela compreendida as atividades do ADMINISTRADOR, do GESTOR (incluindo as atividades de Departamento Técnico e Consultoria Especializada) e do ESCRITURADOR, o FUNDO pagará ao ADMINISTRADOR uma taxa de administração (“Taxa de Administração”) equivalente a 0,92% (noventa e dois centésimos por cento)ao ano incidente sobre (a) o patrimônio líquido do FUNDO calculado conforme item 9.3 abaixo; ou (b) o valor de mercado do FUNDO, caso as Cotas tenham integrado ou passado a integrar, neste período, índice de mercado. A Taxa de Administração é calculada, apropriada e paga em Dias Úteis (conforme abaixo definido), mediante a divisão da taxa anual por 252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Úteis. Os tributos incidentes sobre a Taxa de Administração serão arcados pelos seus respectivos responsáveis tributários, conforme definidos na legislação tributária aplicável.