Apesar de um cenário macroeconômico desafiador ao longo de 2024, a gestão concluiu o desinvestimento na participação na SPE CI003, marcando um avanço relevante na estratégia de desmobilização do portfólio. No segmento corporativo, foram realizadas locações que contribuíram para a mitigação de custos e manutenção da atratividade dos ativos. No segmento residencial de alta renda, observou-se interesse por parte de potenciais compradores, embora, no caso do Ed. Sete, não houve concretização de vendas.
A gestão seguirá focada na análise e implementação de alternativas que viabilizem a alienação dos ativos integrantes da carteira. Para os imóveis corporativos, a estratégia contempla, em paralelo, a possibilidade de locação, com o objetivo de mitigar custos, preservar valor e criar condições mais favoráveis para a realização das vendas.
A conjuntura macro se mostrou mais desfavorável para o segmento imobiliário do que antecipado em 2024. A expectativa de continuidade de cortes da Selic sofreu um reversão, com o BC iniciando um novo ciclo de alta de juros no segundo semestre do ano e a inflação corrente também se deteriorou. Tais variáveis acabam impactando negativamente o setor, principalmente do lado do affordability dos compradores (taxas de financiamento mais caras) como também os custos de funding e custos de obra.
Por outro lado, o crescimento da atividade econômica surpreendeu positivamente, o que ajudou a sustentar a demanda no curto-prazo.
No consolidado, apesar de uma deterioração das expectativas, o ano foi positivo em termos de demanda, com boa performance da Carteira de Ativos em termos de locações e vendas.
Em linha com o que foi abordado no item anterior, as expectativas de inflação e juros se deterioraram ao longo de 2024, indicando um 2025 mais desafiador para o setor. Continuamos esperando que a demanda por imóveis de alta-qualidade siga resiliente, porém sem perspectivas iminentes de ganho de preços. Já no segmento de lajes corporatvas, vimos uma consolidação da área da Chucri Zaidan, reduzindo a vacância da região significativamente. O setor corporativo de Alphaville reverteu a tendencia de aumento de vacância.
Pela administração, gestão, custódia e escrituração de Cotas e demais serviços previstos no Artigo 29 da Instrução CVM nº 472/08, o Fundo pagará, nos termos deste Regulamento e em conformidade com a regulamentação vigente, uma remuneração (“Taxa de Administração”) equivalente a: Durante o Período de Investimento do Fundo, o somatório dos seguintes valores: 1,00% (um por cento) ao ano cálculo sobre o Capital Comprometido; e 1,00% (um por cento) ao ano cálculo sobre o Patrimônio Líquido do Fundo considerando para tanto os valores efetivamente integralizados pelos Cotistas no Fundo, ou seja, o cálculo considerará os valores disponíveis no Fundo, acrescido do valor da carteira, somado aos valores a receber, subtraídos como exigibilidades. Durante o Período de Desinvestimento do Fundo, 2,00% (dois por cento) ao ano cálculo sobre o Patrimônio Líquido do Fundo.