Diante dos desafios enfrentados pelos projetos desde a pandemia e do esforço contínuo da gestão para estabilizar os casos mais críticos, 2025 marca um período de maior estabilidade do portfólio. Conseguimos consolidar a maioria dos empreendimentos mais sensíveis e avançamos de forma consistente na comercialização e entrega dos demais.
Os projetos Conceição, Lapa, Vila Olímpia, Maracatins e Alcatrazes já estão totalmente resolvidos, com 100% das unidades vendidas e desinvestimentos em fase final.
Eusébio, Pompeia, Vila Romana e Onze de Junho seguem com ritmo estável de vendas, comercializando os estoques residuais.
Já os projetos Klabin, Tupinás e Ricardo Jafet ainda enfrentam desafios específicos de mercado. A gestão continua atuando em ajustes de preço e estratégias comerciais. O Ricardo Jafet, lançado no segundo semestre de 2024 no segmento econômico, iniciou 2025 com custos de obras contratados abaixo do orçamento inicial e financiamento associativo junto à Caixa já estruturado, segue com um ritmo de vendas aquém do esperado, contudo com ritmo firme.
Não há previsão de novos investimentos. O capital subscrito totaliza R$ 169.478.000, enquanto a exposição máxima de capital aprovada nos projetos é de R$ 147.862.488
Com o fim do primeiro semestre de 2025, a economia brasileira apresenta sinais mistos: apesar do ciclo atual de alta da taxa Selic chegando ao patamar de 15%, a atividade econômica não demonstra sinais de desaceleração. A desconfiança sobre o panorama fiscal do país e a manutenção das tarifas sobre as os produtos brasileiros nos EUA continuam gerando cautela para futuro e gerando incerteza no âmbito nacional. O mercado imobiliário continua apresentando números consistentes. O Segmento econômico continua resiliente e cada vez mais impulsionado pelo programa Minha Casa Minha Vida, especialmente após a criação do Faixa 4 do programa nesse primeiro semestre, que possibilita às famílias entre R$ 8.600 e R$12.000 de renda o acesso à taxas de juros subsidiadas, ampliando o universo das unidades residenciais acessíveis a esse segmento. Junto do segmento econômico, os projetos de altíssima renda continuam com resultados consistentes e não apresentam sinais de recuo apesar do patamar atual das t
O fundo já se encontra na fase de desinvestimento, momento em que os ativos passam a ser monetizados de forma consistente. Para o próximo período, a expectativa é alcançar a devolução de 80% do capital aportado pelos investidores, assegurando a preservação do principal, preparando para no ciclo seguinte, em 2027, iniciar a transição do fundo para a fase de geração efetiva de retornos.
Taxa de administração: A ADMINISTRADORA fará jus a uma taxa de administração em valor equivalente a 0,20% (vinte centésimos por cento) à razão de 1/12 avos, calculada sobre o valor contábil do patrimônio líquido do FUNDO e que deverá ser paga diretamente à ADMINISTRADORA, observado o valor mínimo mensal de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), que será atualizado anualmente pela variação positiva do IPCA/IBGE, sendo tal atualização realizada todo dia 1º de janeiro, desde a constituição do FUNDO, que abrangerá a remuneração do escriturador