O fundo fechou o exercício com um Dividend Yield de 7,9% sobre o preço de fechamento das cotas no mercado secundário (R$ 76,18) em 30/06/2025 ou, ainda 5,6% sobre o PL do Fundo de (R$ 107,88).
Não há investimentos programados para o próximo exercício, porém é sempre possível que haja investimentos pontuais em certos ativos do portfólio para manter a condição e qualidade do empreendimento.
A atual conjuntura econômica brasileira é caracterizada por uma política monetária contracionista, evidenciada pelo aumento da taxa Selic como principal instrumento do Banco Central para conter as pressões inflacionárias. Em janeiro de 2025, a taxa básica de juros estava em 13,25%, tendo sido elevada para 15,00% em junho, refletindo a intensificação dos esforços da autoridade monetária para ancorar as expectativas de inflação.
Esse cenário tem implicações diretas sobre o mercado imobiliário e sobre o mercado de escritórios, com dois efeitos principais:
Com menos dinheiro em circulação, uma vez que mais pessoas decidem tirar seu dinheiro da economia e colocar em algum título de renda fixa, empresas principalmente do setor financeiro, como bancos e gestoras de investimentos, tendem a ser impactadas financeiramente, isso faz com que optem por aluguéis mais baratos aos que realizados na Faria Lima por exemplo (região que o fundo tem relevante exposição), levando a regiões mais baratas, com
A conjuntura econômica atual no Brasil é marcada por uma política monetária restritiva, com a taxa Selic mantida em patamar elevado, como instrumento do Banco Central para conter pressões inflacionárias. No entanto, o cenário internacional começa a sinalizar uma inflexão nesse ciclo. Com os recentes cortes nas taxas de juros nos Estados Unidos e a desaceleração da inflação global, cresce a expectativa de que o Banco Central brasileiro, assim como outras autoridades monetárias ao redor do mundo, possa iniciar um processo gradual de flexibilização monetária nos próximos trimestres, acompanhando o movimento liderado pelo Federal Reserve.
Esse ambiente de queda nas taxas de juros tende a favorecer a reprecificação de ativos de risco, especialmente no mercado de capitais. Os fundos imobiliários (FIIs), por sua natureza sensível ao custo de capital e à atratividade relativa frente à renda fixa, devem se beneficiar diretamente desse movimento. A redução da taxa de desconto aplicada aos fluxos
O Fundo pagará à ADMINISTRADORA uma taxa de administração equivalente aos percentuais ao ano previstos na tabela abaixo (“Taxa de Administração”), calculada mensalmente sobre (a) o valor contábil do patrimônio líquido total do FUNDO, ou (b) caso as cotas do FUNDO tenham integrado ou passado a integrar, no período, índices de mercado, cuja metodologia preveja critérios de inclusão que considerem a liquidez das cotas e critérios de ponderação que considerem o volume financeiro das cotas emitidas pelo FUNDO, como por exemplo, o IFIX, sobre o valor de mercado do FUNDO, calculado com base na média diária da cotação de fechamento das cotas de emissão do FUNDO no mês anterior ao do pagamento da remuneração (“Base de Cálculo da Taxa de Administração”); observado o valor mínimo mensal de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), atualizado anualmente segundo a variação do IGP-M, a partir do mês subsequente à data de autorização para funcionamento do FUNDO: Até R$ 200.000.000,00 - 1,000%; De R$ 200.000.00