Em relação à alocação do portfólio, ao final do mês de junho de 2026, o Fundo apresentava alocação em CRI de aproximadamente 103,6% do PL do Fundo. No que diz respeito aos indexadores presentes na carteira de ativos do Fundo, o Fundo possuía 103,6% dos ativos indexados à Inflação e, por fim, 0,4% à Selic. Em termos de rentabilidade, o portfólio de ativos proporcionou distribuição total de R$ 118,00 por cota no período entre jul/25 e jun/26.
Na visão do Gestor, os resultados descritos acima estão aderentes os objetivos de rentabilidade do Fundo e condições de mercado no período. A rentabilidade obtida no passado não representa promessa ou garantia de rentabilidade futura e não há qualquer tipo de garantia, implícita ou explícita, prestada pelo administrador, pelo gestor do Fundo ou por qualquer empresa do Grupo Itaú Unibanco.
O Gestor está em contínuo contato com os principais participantes do mercado imobiliário e de estruturação de títulos e valores mobiliários, em especial os de CRI e cotas de FII, a fim de prospectar e avaliar oportunidades de investimento que atendam a Política de Investimento do Fundo. Dessa forma, baseado nas frequentes conversações mantidas com tais participantes, espera investir os recursos disponíveis em linha com suas políticas, em CRI de natureza Corporativa e, sempre que possível, com garantias adequadas.
Durante o período de julho/25 a junho/26, o cenário macroeconômico brasileiro passou por uma clara inflexão: a taxa Selic, mantida em 15,00% a.a. desde o fim do ciclo de aperto em julho de 2025, permaneceu nesse patamar restritivo até o início de 2026, quando o Copom sinalizou o começo de um ciclo de flexibilização — promovendo cortes de 25 bps em março (para 14,75%), abril (para 14,50%) e junho (para 14,25%). Paralelamente, as expectativas de inflação, que haviam recuado até um piso próximo de 4,0% para o IPCA de 2026 em fevereiro/26, sofreram uma reprecificação acentuada a partir de março, muito em função de choques cambiais, de commodities/petróleo e da persistência da inflação de serviços, levando a mediana do Focus a 5,33% em 26 de junho de 2026, com posterior alívio parcial para 5,02% no relatório de 21 de agosto de 2026. Nesse mesmo levantamento, a expectativa de Selic para o final de 2026 also se elevou, de 14,00% (fim de junho) para 13,75% (21 de agosto), configurando um quadro de "higher for longer", em que o Banco Central seguiu cortando juros mesmo diante da deterioração das expectativas inflacionárias, priorizando evitar uma desaceleração abrupta da atividade frente a um choque predominantemente de oferta.
A reunião do Copom em 5 de agosto de 2026 decidiu, por unanimidade, dar continuidade ao ciclo de cortes da Selic, reduzindo-a em 25 bps, para 14,00% a.a. — a quarta queda consecutiva desde março. A autoridade monetária manteve o tom cauteloso, reforçando que a política segue contracionista e suficientemente restritiva, diante de inflação corrente ainda acima do teto da meta, expectativas Focus desancoradas (5,0% para 2026 e 4,2% para 2027) e mercado de trabalho apertado. O comunicado não indicou uma trajetória predeterminada para os próximos passos, condicionando novos movimentos aos dados recebidos e à evolução do cenário. Segundo o Relatório Focus mais recente, a Selic deve encerrar 2026 em 13,75% a.a., com o IPCA projetado em 5,02%.
As taxas máximas totalizam 0,67% ao ano, sendo 0,055% para o ADMINISTRADOR (“Taxa Máxima de Administração”) e 0,615% para o GESTOR (“Taxa Máxima de Gestão”), sobre o patrimônio da SUBCLASSE. Esses percentuais incluem as respectivas taxas das classes/subclasses investidas.