Em 2025 o Fundo apresentou um retorno acumulado de 22,6% considerando a cota patrimonial de 15,5% considerando a cota mercado, ambos já ajustados aos dividendos distribuídos no período. Durante o ano, o Fundo manteve uma distribuição mensal média de R$ 0,59 por cota por mês. O patrimônio líquido ao final de dezembro de 2025 alcançou R$ 136,8 milhões, com valor patrimonial por cota de R$ 86,84.
O programa de investimentos para o próximo exercício consistirá na alocação em fundos de investimento imobiliário, seguindo a Política de Investimento. A gestão priorizará as alocações em fundos imobiliários que possuam uma carteira de ativos de alta qualidade e que estejam negociando com desconto frente aos valores de reposição dos ativos ou que apresentem um potencial de apreciação advindo de aumento de resultado/reavaliação de ativos. Os investimentos serão realizados pautados em vieses fundamentalistas, visando renda recorrente e ganho de capital de longo prazo.
Em 2025, o cenário internacional permaneceu cauteloso, com o Federal Reserve mantendo os juros entre 4,25% e 4,50% diante de uma inflação ainda elevada e projeções revisadas para baixo no crescimento do PIB, estimado em 1,4%. A autoridade monetária também sinalizou dois cortes graduais ao longo do ano, conduzindo a taxa para a faixa de 3,75% a 4,00%, apesar das pressões políticas e da persistência inflacionária. No Brasil, 2025 foi marcado pela continuidade da política monetária restritiva, com o mercado projetando a Selic estável em 15% durante todo o ano. As expectativas de inflação recuaram gradualmente, com o IPCA projetado em 4,33%, enquanto o PIB foi estimado em 2,26%, sustentado por um primeiro semestre mais forte e posterior desaceleração. Esse ambiente reforçou a preferência dos investidores por renda fixa. Fonte1:https://fii11.com.br/funds/CXRI11. Acesso em 14/01/2026. Fonte2:https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/12/10/decisao-fed-juros-eua-dezembro.ghtml. Acesso em 14/01/2026.
Para 2026, as projeções macroeconômicas apontam para um ambiente ainda desafiador tanto no cenário internacional quanto no doméstico. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve indica que, após os cortes previstos para 2025, deverá realizar apenas um corte adicional em 2026, mantendo uma postura mais cautelosa diante da inflação projetada em 2,4%, ainda acima da meta. Além disso, o crescimento do PIB americano foi revisto para 1,6%, reforçando a sinalização de uma economia em desaceleração moderada. No Brasil, o mercado projeta que a taxa Selic deve encerrar 2026 em torno de 12,25%, refletindo expectativas de gradual flexibilização após o patamar elevado de 2025. As projeções de inflação também foram ajustadas para baixo, com o IPCA esperado em 4,06, indicando início de reancoragem das expectativas. O PIB brasileiro projeta crescimento de 1,78%, sinalizando expansão moderada. Nesse contexto, a cotação dos FIIs pode seguir volátil, mas o setor imobiliário tende a manter resiliência operacional. A continuidade de resultados consistentes nos fundos imobiliários deve beneficiar o Fundo, cuja performance operacional em 2025 já demonstrou capacidade de incremento, alinhada a uma carteira diversificada e focada em geração de renda. Fonte1:https://fii11.com.br/funds/CXRI11. Acesso em 14/01/2026. Fonte2:https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/12/10/decisao-fed-juros-eua-dezembro.ghtml. Acesso em 14/01/2026.
Regulamento, Anexo, art. 10 e §§.