Em 2025, o Fundo apresentou desempenho consistente, registrando um retorno da cota patrimonial ajustada aos dividendos de 22,1% e um retorno de 25,2% considerando a cota mercado ajustada aos dividendos. Durante o ano, o Fundo manteve um fluxo regular de distribuição, com rendimentos mensais que refletiram a estratégia de alocação em cotas de FII. Ao final de 2025, o Fundo registrou valor patrimonial de R$ 59,46 milhões, com valor patrimonial por cota de R$ 86,16 e valor de mercado de R$ 50,68 milhões, evidenciando um desconto relevante em relação ao seu patrimônio. A liquidez também apresentou evolução, com média diária de aproximadamente R$ 9,2 mil, reforçando o crescente interesse dos investidores ao longo do período.
O programa de investimentos para o próximo exercício consistirá na alocação em fundos de investimento imobiliários, seguindo a Política de Investimento. A gestão priorizará as alocações em fundos imobiliários que possuam uma carteira de ativos de alta qualidade, que estejam negociando desconto frente aos valores de reposição dos ativos ou que apresentem potencial de apreciação advindo de aumento de resultado/reavaliação de ativos. Os investimentos serão realizados pautados em vieses fundamentalistas, visando renda recorrente e ganho de capital de longo prazo.
Em 2025, o cenário internacional permaneceu cauteloso, com o Federal Reserve mantendo os juros entre 4,25% e 4,50% diante de uma inflação ainda elevada e projeções revisadas para baixo no crescimento do PIB, estimado em 1,4%. A autoridade monetária também sinalizou dois cortes graduais ao longo do ano, conduzindo a taxa para a faixa de 3,75% a 4,00%, apesar das pressões políticas e da persistência inflacionária. No Brasil, 2025 foi marcado pela continuidade da política monetária restritiva, com o mercado projetando a Selic estável em 15% durante todo o ano. As expectativas de inflação recuaram gradualmente, com o IPCA projetado em 4,33% enquanto o PIB foi estimado em 2,26%, sustentado por um primeiro semestre mais forte e posterior desaceleração. Esse ambiente reforçou a preferência dos investidores por renda fixa. Fonte1:https://fii11.com.br/funds/CRFF11. Acesso em 15/01/2026. Fonte2:https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/12/10/decisao-fed-juros-eua-dezembro.ghtml. Acesso em 15/01
Para 2026, as projeções macroeconômicas apontam para um ambiente ainda desafiador tanto no cenário internacional quanto no doméstico. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve indica que, após os cortes previstos para 2025, deverá realizar apenas um corte adicional em 2026, mantendo postura cautelosa diante de uma inflação projetada em 2,4%, ainda acima da meta. O crescimento do PIB americano foi revisado para 1,6%, reforçando sinais de desaceleração moderada. No Brasil, projeta-se que a taxa Selic encerre 2026 em torno de 12,25%, refletindo gradual flexibilização após o patamar elevado de 2025. As projeções de inflação também foram ajustadas para baixo, com o IPCA esperado em 4,06%, enquanto o PIB brasileiro deve avançar 1,78%, indicando expansão moderada. Nesse ambiente, a cotação dos FIIs pode seguir volátil, mas a resiliência operacional do setor tende a se manter — especialmente para fundos com carteiras diversificadas. Em 2025, o Fundo apresentou fundamentos sólidos: registrou Divide
Regulamento, Anexo, art. 9º e §§.