O período 2024/2025 foi de grande crescimento do PL do Fundo associado à diversificação da sua carteira, o que significou um crescimento no período de cerca de 120% do PL e com ganhos importantes na qualificação dos ativos, além de uma adequada distribuição no tempo do fluxo de investimentos e de distribuição de rendimentos. As vendas de ativos no CPUR e no Fundo HBCR trouxeram para os cotistas do CPUR um ganho importante através de resultados imobiliários e que permitirão uma melhor previsibilidade na distribuição dos rendimentos futuros.
Os investimentos previstos para o Fundo estão divididos em diferentes categorias: 1- melhorias e expansões, incluindo de ativos vendidos com obrigações de expansão. Nessa categoria são previstos investimentos no ativo de Ribeirão Preto, com a criação de novos espaços ociosos deixados pela redução de ocupação da Sodimac e criação de um centro comercial complementar às atividades da Sodimac. Temos a execução da expansão do ativo HB Center Raposo, cujo projeto está em aprovação na Prefeitura de São Paulo e que praticamente triplicará a ABL existente. Por fim, serão necessários investimentos de recursos de gestão para coordenar as obras de expansão do HB Center Campinas, que foi vendido com essa obrigação, havendo recursos bloqueados da venda até a sua conclusão. 2- aquisição ou incorporação de outros FII, preferencialmente através da troca de cotas e visando FII de gestão passiva com boa relação VM/PL e com ativos com potencial de expansão e desenvolvimento, o que trará resultados futuro
O mercado de ativos de renda urbana esteve bastante aquecido no período, com grandes transações tanto de ativos de varejo como de escolas e hospitais. Pudemos observar um cresimento de PL nos principais Fundos desse segmento e uma boa resiliência dos setores abrangidos pela renda urbana em relação aos desafios da economia nacional e global. Se a taxa selic trouxe uma barreira de rendimentos desafiadores para o mercado de FII, por outro lado propiciou que diferentes grupos econômicos se utilizassem das ferramnetas de BTS e SLB como fontes alternativas para financiamento das operações, mudança no perfil do endividamento e viabilização dos planos de expansão.
O planejamento para o período 2025/2026 indica uma continuidade do crescimento do PL do Fundo, que poderá ser mais ou menos intenso a depender do comportamento da curva da taxa de juros e da abertura de janelas de captação de novos recursos, sendo esperado um crescimento mínimo de 50% para o PL no período, além da manutemção da distribuição de rendimentos de forma mais linear em um patamar alcançado no final do período que se encerrou.
O ADMINISTRADOR receberá por seus serviços de administração, escrituração, tesouraria, custódia e controladoria, uma taxa de administração equivalente à (“Taxa de Administração”) 1,00% (um por cento) ao ano, à razão de 1/12 (um doze avos), calculado com base na média diária da cotação de fechamento das cotas de emissão da classe no mês anterior ao do pagamento da remuneração (“Base de Cálculo da Taxa de Administração”), observado o valor mínimo mensal de R$20.000,00 (vinte mil reais), atualizado anualmente segundo a variação positiva do IGP-M, a partir do mês subsequente à data de funcionamento da classe perante a CVM, e observado a Cláusula 9.2 abaixo; e (b) caso as cotas encontrem-se registradas em central depositária da B3 para negociação em mercado de bolsa ou de balcão, será acrescentada à Taxa de Administração o montante equivalente a 0,05%% (cinco centésimos por cento) ao ano, à razão de 1/12 (um doze avos), aplicado sobre a Base de Cálculo da Taxa de Administração, observado o