Os resultados do fundo de investimento podem ser consultados diretamente na demonstração financeira do fundo (DF). Esta documentação estara disponível para consulta em: (https://fnet.bmfbovespa.com.br/fnet/publico/abrirGerenciadorDocumentosCVM), e proporciona uma visão detalhada do desempenho e das operações realizadas ao longo do período.
O programa de investimento do Fundo para os exercícios seguintes seguirá a política de investimentos, em conformidade com o regulamento do Fundo.
Em 2025, o mercado brasileiro de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) apresentou uma dinâmica mais equilibrada em comparação a 2024, período marcado por uma trajetória de recuperação gradual do setor. O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX), principal referência da classe, refletiu esse comportamento ao longo do ano, combinando momentos pontuais de volatilidade com relativa estabilidade no acumulado.
Após um ciclo anterior influenciado, em grande medida, pela expectativa de flexibilização da política monetária e pela melhora das perspectivas econômicas, 2025 foi caracterizado por um ambiente mais desafiador e seletivo. A performance dos ativos passou a responder de forma mais direta às condições macroeconômicas, especialmente à condução da política de juros e à evolução do cenário fiscal, exigindo maior diligência.
Ainda assim, os FIIs seguiram demonstrando resiliência e relevância dentro da alocação de portfólios, com diversos fundos mantendo consistência na geração e distribuição de rendimentos, reforçando seu papel como veículo eficiente de renda recorrente.
Nesse contexto, observou-se a consolidação de um mercado mais criterioso, no qual fundos com ativos de qualidade e contratos bem estruturados apresentaram desempenho relativo superior. Tal cenário reforça a importância de uma abordagem disciplinada e fundamentada na seleção de ativos, bem como evidencia o potencial da indústria para continuar gerando valor no médio e longo prazo.
Ao final de 2025, observou-se que o mercado de fundos imobiliários manteve sua relevância, mesmo diante de um cenário mais desafiador em comparação ao período anterior. Nesse contexto, determinados segmentos, como logística e recebíveis imobiliários, voltaram a demonstrar maior resiliência relativa, reforçando a atratividade estrutural da classe.
Para 2026, a perspectiva é de continuidade de um ambiente mais seletivo, com potencial de evolução positiva à medida que se observe maior previsibilidade das taxas de juros e do cenário fiscal. Nesse sentido, os fundos imobiliários tendem a permanecer como uma alternativa relevante para geração de renda recorrente, especialmente em um ambiente de progressiva estabilização macroeconômica.
Diante desse panorama, a gestão do Fundo deve manter uma postura diligente e proativa na condução da estratégia, com foco na diversificação e na alocação em ativos com fundamentos sólidos e capacidade de adaptação a diferentes ciclos econômicos. Ao mesmo tempo, buscar capturar oportunidades que possam gerar valor adicional à carteira, por meio de uma análise criteriosa e disciplinada.
Adicionalmente, reforça-se o compromisso com o monitoramento contínuo dos ativos que compõem o portfólio, bem como com a avaliação rigorosa de novas oportunidades de investimento, sempre alinhadas à estratégia do Fundo de geração consistente de renda e valorização no longo prazo.
Pela prestação dos serviços de administração e gestão do Fundo, tesouraria, custódia, controle e processamento dos títulos e valores mobiliários integrantes de sua carteira e escrituração da emissão de suas Cotas, o Fundo pagará aos Prestadores de Serviços Essenciais uma taxa global de administração (“Taxa de Administração”) de até 0,85% (oitenta e cinco centésimos por cento) ao ano, conforme tabela regressiva abaixo, calculados sobre o valor contábil do patrimônio líquido do Fundo ou sobre o valor de mercado do Fundo, caso as Cotas tenham integrado ou passado a integrar, nesse período, índice de mercado, observado o valor mínimo mensal de R$ 12.000,00 (doze mil reais), sendo certo que o valor mínimo mensal será atualizado anualmente, a partir da data de início das atividades do Fundo, pela variação positiva do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, apurado e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (“IPCA/IBGE”).