O fundo completou seu ciclo de investimento durante o ano de 2024 e encontra-se 100% alocado. Desde então o fundo gerou um resultado de aproximadamente R$ 11,7MM, equivalente a R$128 por cota que foi inteiramente distribuido para os cotistas do fundo.
A gestão segue focada na busca por oportunidades únicas de investimento, a fim de garantir a alocação eficiente dos recursos. Em nossa estratégia de investimentos, privilegiamos regiões de fácil acesso, boa infraestrutura de transportes e serviços, além de alinhamento de interesses com importantes incorporadores do mercado.
Até dezembro, São Paulo lançou 139 mil unidades, com VGV potencial de R$ 89,1 bilhões, alta de 66% vs. 2024. A oferta seguiu concentrada nos segmentos econômico e compactos, mais resilientes em um ambiente de juros altos, sustentados pelo MCMV e pela demanda de investidores. Para 2026, com a expectativa de queda de juros, esperamos uma retomada gradual da atividade também no segmento voltado à classe média.
O projeto Pereira Coutinho está com 98,9% de vendas; o Artur Prado, 99,6%; o Alameda Itu, 97,2%; e o Trianon Masp, 99,7%. Com esses resultados, o percentual de vendas consolidado do fundo alcançou 97,1%. Essa performance reforça a tese mencionada anteriormente – investir em projetos com localizações que contam com bom acesso a transportes, próximas a grandes centros comerciais da cidade de São Paulo e com produtos e preços adequados ao público-alvo destes empreendimentos. Além disso, os quatro projetos já assinaram o contrato de plano empresário com bancos de primeira linha (Itaú e Bradesco), dando segurança para a entrega dos empreendimentos.
Com relação ao avanço das obras, o projeto Pereira Coutinho atingiu 77%; o Artur Prado, 76%; e o Alameda Itu, 57%; e o Trianon Masp, 13,7%. Os quatro seguem os prazos inicialmente projetados nas viabilidades. Esperamos que os três primeiros sejam entregues ainda em 2026, com isso, o fundo iniciará o processo de repasse e o início de amortização mais significativa de suas cotas. Já o projeto Miguel Calfat foi lançado no final de outubro e já possui financiamento bancário contratado para o financiamento da obra.
Taxa de Administração. O Fundo pagará, pela prestação de serviços de administração, gestão, custódia e controladoria de ativos e passivo, nos termos deste Regulamento e em conformidade com a regulamentação vigente, uma remuneração anual, em valor equivalente a 1,50% (um inteiro e cinquenta centésimos por cento) sob o valor contábil do patrimônio líquido do Fundo (“Base de Cálculo da Taxa de Administração”), observado o mínimo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), que será composta da Taxa de Administração, Custódia e Controladoria e da Taxa de Gestão (em conjunto, a “Taxa de Administração”), da seguinte forma: Taxa de Administração, Custódia e Controladoria. Pelos serviços de administração, custódia e controladoria de ativos e passivos, o Fundo pagará diretamente ao Administrador e ao Custodiante a remuneração de 0,15% (quinze centésimos) sobre a Base de Cálculo da Taxa de Administração (“Taxa de Administração, Custódia e Controladoria”), calculado na forma do item 6.1 acima, observado o pagamento mínimo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais). O pagamento mínimo deverá ser corrigido anualmente pelo IPCA/IBGE, calculada e provisionada todo Dia Útil à base de 1/252 (um inteiro e duzentos e cinquenta e dois avos). A Taxa de Administração, Custódia e Controladoria será paga mensalmente, até o 5º (quinto) Dia Útil do mês subsequente, a partir do mês em que ocorrer a primeira integralização de Cotas do Fundo.