No exercicio encerrado em 30 de junho de 2025 o Fundo apresentou um Resultado de R$ 11.736.389,34
No exercicio encerrado em 30 de junho de 2025 o Fundo apresentou um Resultado de R$ 11.736.389,34
Entre julho de 2024 e junho de 2025, o mercado imobiliário brasileiro viveu um período de contrastes. A inflação voltou a ganhar força e fechou junho em 5,35% no acumulado de 12 meses, pressionando o Banco Central a adotar uma guinada dura: a Selic foi elevada para 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas. Com isso, o custo do crédito encareceu, mas, surpreendentemente, o setor manteve sinais de resiliência.
Nos imóveis residenciais, os preços de venda avançaram 3,3% no primeiro semestre, enquanto os aluguéis dispararam 9,7% em 12 meses, elevando o rendimento bruto do locador para 5,9% ao ano. No comercial, a vacância em lajes corporativas de São Paulo recuou para 16,6%, e os aluguéis apresentaram retorno próximo a 6,9% ao ano, mostrando melhora no segmento de escritórios de alto padrão.
O crédito imobiliário seguiu ativo: o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo financiou 531,9 mil imóveis em 12 meses até junho, um crescimento de 9,5% sobre o período anterior. A poupança,
Entre julho de 2025 e junho de 2026, o mercado imobiliário brasileiro deve atravessar um cenário de juros ainda elevados, inflação resistente e crescimento econômico moderado. A taxa Selic, hoje em 15% ao ano, tende a permanecer alta por boa parte do período, com expectativa de cortes graduais apenas em 2026. Esse ambiente deve manter a compra financiada sob pressão, reduzindo o fôlego dos preços de venda, que devem subir de forma modesta e concentrada em localizações mais valorizadas.
Por outro lado, a demanda por aluguel deve seguir firme, impulsionada pela dificuldade de acesso ao crédito e pelo movimento migratório em grandes centros. Com isso, os aluguéis devem continuar crescendo acima da inflação em regiões de maior procura, garantindo rentabilidade superior à dos últimos anos para proprietários. No mercado comercial, a recuperação será seletiva: escritórios de alto padrão em áreas centrais devem ver vacância em queda, enquanto ativos periféricos devem permanecer pressionados.
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O ADMINISTRADOR receberá por seus serviços de administração, custódia, tesouraria, controladoria e escrituração, uma taxa de administração (“Taxa de Administração”) equivalente à 0,22% (vinte e dois centésimos por cento) ao ano, À razão de 1/12 (um doze avos) sobre o valor contábil do patrimônio líquido da classe, observado um valor mínimo mensal de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), atualizado anualmente pela variação do IGP-M, a partir do mês subsequente à data de funcionamento da classe perante a CVM.