O Fundo registrou em 2025 um lucro contábil de R$ 32 milhões, incluindo o ajuste a valor justo e resultado de caixa. O resultado do periodo deve-se primordiamente as receitas de locação dos ativos do Fundo. A distribuição de rendimentos do ano foi superior aos 95% mínimos exigidos.
O Fundo tem como objetivo a realização de investimentos de longo prazo no setor imobiliário, por meio da aquisição e gestão patrimonial de ativos de natureza comercial, com foco principalmente em lajes corporativas e conjuntos comerciais.
Adicionalmente, o Fundo mantém parte de seus recursos alocados em aplicações financeiras de renda fixa, com o intuito de preservar liquidez e eficiência na gestão de caixa.
Para os próximos exercícios, a Rio Bravo prevê a utilização desses recursos tanto para novas aquisições no mercado imobiliário quanto para a manutenção, modernização e valorização dos ativos já integrantes do portfólio do Fundo, buscando fortalecer a qualidade da carteira e potencializar a geração de resultados.
Seguimos otimistas com o processo de suavização da política monetária, com uma sequência de cortes de juros cuja largada deve ocorrer na reunião do Copom de março (11/03). Embora desdobramentos geopolíticos recentes tragam pressões inflacionárias, avaliamos que seus efeitos serão de natureza transitória, sem alteração estrutural do cenário base.
O câmbio, sustentado em patamares mais apreciados, tem funcionado como âncora fundamental do processo desinflacionário brasileiro, evidenciado de forma nítida na retração dos preços de comercializáveis — em especial, alimentos. Condições de oferta mais benignas devem igualmente contribuir para manter essa categoria, que representa mais de um quinto da cesta do IPCA, em níveis menos pressionados ao consumidor.
As expectativas de inflação seguem convergindo de forma sustentada em direção ao centro da meta — atualmente em 3,91% —, ao passo que os dados de atividade econômica apontam arrefecimento considerável na margem, particularmente no consumo.
Para o ano de 2026, o Fundo seguirá com sua estratégia de investimentos, a diretriz principal permanece na otimização e no crescimento do portfólio, com foco em duas frentes estratégicas:
(i) Ampliação da participação em ativos existentes:
O Fundo continuará avaliando oportunidades para aumentar sua participação nos imóveis já presentes no portfólio, com o objetivo de reduzir a concorrência interna entre proprietários e ampliar a capacidade de aprovação de investimentos voltados à modernização e valorização dos empreendimentos. Essa estratégia contribui para maior eficiência operacional e maior controle na gestão dos ativos.
(ii) Reciclagem do portfólio:
A gestão continuará monitorando de forma contínua as condições do mercado imobiliário, incluindo níveis de vacância, valores de locação e transações de compra e venda nas principais regiões de São Paulo. Com base nessas informações, o Fundo poderá realizar ajustes estratégicos no portfólio, buscando identificar oportunidades de desinv
A Classe pagará à Administradora uma taxa de administração (“Taxa de Administração”), a 0,7% (sete décimos por cento) ao ano sobre o valor de mercado da Classe, provisionada mensalmente na proporção de 1/12 (um doze avos) e paga até o 5º (quinto) Dia Útil do mês subsequente. O valor de mercado será calculado com base na média dos preços de fechamento da cota da Classe na B3 no mês anterior ao do pagamento da remuneração, multiplicada pelo total de Cotas emitidas pela Classe, observada, ainda, a remuneração mínima de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) mensais, pagos no dia 15 de cada mês e reajustado anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor – IPC, apurado e divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE, com base em 1° de setembro de 2009.