No ano, o resultado gerado pelas carteira de ativos do fundo foi de R$ 0,155/cota, o que na visão do gestor é aderente aos objetivos de rentabilidade projetados no ano anterior e às condições de mercado ao longo do período.
O programa de investimento do Fundo para os exercícios seguintes seguirá a política de investimentos, em conformidade com o regulamento do Fundo e em linha com o realizado nos exercícios anteriores. Assim, a maior parte das novas alocações será em CRIs, FIIs com preços descontados e book de ganho de capital de curto prazo, a depender das condições vigentes de mercado.
No período analisado, houve uma piora no cenário inflacionário, causada pela depreciação do câmbio e por pressões internas. Como resultado, as expectativas de inflação se elevaram, conforme indicado no Relatório Focus do Banco Central, divulgado em 11 de agosto de 2025, que projeta um IPCA de 5,05% para 2025 e de 4,41% para 2026. Quanto à taxa Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu interromper o ciclo de cortes, mantendo-a em 15,00% ao ano, diante do aquecimento da economia e do aumento das expectativas inflacionárias. As projeções do Focus apontam que a Selic deve se manter em 15,00% até o fim de 2025, com recuo para aproximadamente 12,50% ao término de 2026.
Segundo o Relatório Focus do Banco Central, divulgado em 11 de agosto de 2025, a mediana das projeções dos economistas de mercado indica um IPCA de 5,05% em 2025 e de 4,41% em 2026. Esses números refletem o agravamento do cenário inflacionário, impulsionado pela depreciação cambial e por pressões domésticas. Ao mesmo tempo, o Copom optou por pausar o ciclo de redução da Selic, mantendo-a em 15,00% ao ano. As expectativas de mercado apontam que essa taxa deve permanecer nesse patamar até o final de 2025, com recuo para 12,50% ao término de 2026. Diante desse cenário, a parcela pós-fixada do fundo tende a continuar se beneficiando do elevado nível da taxa de juros.
O FUNDO pagará pelos serviços de administração, custódia, controladoria, tesouraria, e gestão uma TAXA DE ADMINISTRAÇÃO GLOBAL equivalente a até 1,10% (um inteiro e dez centésimos por cento) calculada sobre (a) o valor contábil do patrimônio líquido total do FUNDO, ou (b) caso as cotas do FUNDO tenham integrado ou passado a integrar, no período, índices de mercado, cuja metodologia preveja critérios de inclusão que considerem a liquidez das cotas e critérios de ponderação que considerem o volume financeiro das cotas emitidas pelo FUNDO,como por exemplo, o IFIX, sobre o valor de mercado do FUNDO, calculado com base na média diária da cotação de fechamento das cotas de emissão do FUNDO no mês anterior ao do pagamento da remuneração, observado que em ambos os casos será devido o valor mínimo mensal de R$17.000,00 (dezessete mil reais), atualizado anualmente pela variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), apurado e divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísti