O Fundo obteve ao longo dos últimos 12 meses jul/24 a jun/25 receitas da ordem de R$ 5.264.951,04, despesas de R$ 8.739.328,83, produzindo um Prejuízo Liquido de - R$ 3.474.377,79.
O fundo está em fase de desinvestimento.
Os investimentos no quarto e último empreendimento, o edifício Floresta, já foram feitos pelo fundo e seus sócios na SPE 9 e cobriram as etapas de aquisição do terreno, despesas de aprovação, projeto, lançamento, marketing, estande de vendas e início das obras.
As necessidades de adicionais de caixa, relacionadas à construção, depesas administrativas e outros gastos, foram feitas majoritariamente com recursos provenientes de financiamento bancário obtido (e já quitado) pela SPE 9 junto ao Banco Itaú.
Com a entrega do empreendimento, foi iniciada a fase de repasse dos clientes para os bancos e, com isso, a entrada de recursos na SPE 9, permitindo a devolução de recursos para o fundo, por meio de redução de capital e distribuição de lucros.
Após a devolução da totalidade dos recursos da SPE 9 para o fundo, o valor será distribuído aos cotistas, na forma de amortizações de capital e rendimentos, e o fundo será encerrado.
O mercado imobiliário na cidade de São Paulo continuou com desempenho robusto no período de doze meses encerrado em junho de 2025, registrando crescimento tanto nas vendas quanto nos lançamentos.
Segundo a Pesquisa Secovi-SP do Mercado Imobiliário, no acumulado de julho de 2024 a junho de 2025, foram comercializadas 113,3 mil unidades residenciais novas. Esse volume de vendas representa um crescimento de cerca de 27% em comparação ao período anterior de doze meses.
Em relação aos lançamentos, no mesmo período foram lançadas 124,2 mil unidades residenciais na cidade. Esse número indica um aumento aproximado de 44% em relação aos doze meses anteriores.
No final de junho de 2025, a oferta de unidades residenciais novas disponíveis para venda (estoque composto por imóveis na planta, em construção e prontos, lançados nos últimos 36 meses) na cidade de São Paulo era de 64,3 mil unidades. Isso representa um aumento de cerca de 11,6% em relação ao estoque registrado um ano antes.
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Nos últimos doze meses, os esforços do fundo concentraram-se na conclusão da obra e na comercialização das unidades remanescentes do empreendimento Edifício Floresta (SPE 9).
No início do segundo semestre de 2025, o estoque residual foi integralmente alienado ao parceiro da SPE 9, viabilizando o encerramento do fundo dentro do prazo previsto.
Com a conclusão da obra, o término do processo de repasse e a distribuição dos recursos provenientes da SPE 9 ao fundo, será realizada a amortização integral de capital, acompanhada do pagamento final de rendimentos aos cotistas, culminando no encerramento definitivo do fundo.
A Administradora receberá, pelos serviços prestados ao Fundo, uma Taxa de Administração equivalente a 0,20% (vinte centésimos por cento) ao ano sobre oPatrimônio Líquido do Fundo, calculada diariamente, com base em um ano de 252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Úteis (“Taxa de Administração”), remuneração que será paga mensalmente, até o 5º (quinto) Dia Útil do mês subsequente ao vencido, a partir do mês em que ocorrer a primeira integralização de Cotas.