O Fundo encerrou o exercício social com o valor da cota patrimonial em R$ 124,58
O Fundo seguirá sua política de investimentos, conforme regulamento, e poderá buscar possibilidades de ampliação de seu patrimônio.
Em 2025, o mercado imobiliário brasileiro apresentou um crescimento moderado, influenciado por juros ainda elevados, que limitaram o crédito, enquanto a demanda seguiu aquecida em função de políticas públicas, valorização dos imóveis acima da inflação e maior interesse dos compradores.
As perspectivas para 2026 apontam um mercado imobiliário ainda positivo, com tendência de aquecimento moderado, impulsionado sobretudo pela provável queda da Selic, maior acesso ao crédito e continuidade da demanda.
A taxa de administração será de 0,30% ao ano, calculada mensalmente à razão de 1/12 avos sobre o valor total dos ativos do fundo no último dia útil do mês anterior, com um valor mínimo mensal de R$ 30.000,00, que será corrigido anualmente pela variação do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) apurado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), devendo ser pago diretamente ao Administrador. Além disso, haverá um valor adicional de até 0,30% ao ano, também à razão de 1/12 avos, calculado sobre o valor contábil do patrimônio líquido do fundo, caso a Taxa de Administração seja calculada sobre esse valor, ou sobre o valor de mercado do fundo, caso a Taxa de Administração seja calculada sobre o valor de mercado da classe, correspondente aos serviços de escrituração das cotas, que estará incluído na Taxa de Administração e será pago a terceiros.