No exercício findo em 31 de dezembro de 2025, o fundo apresentou resultado decorrente, exclusivamente, da exploração imobiliária do ativo integrante de sua carteira, por meio de contrato de locação vigente.
No período, o fundo auferiu receita de locação no montante de R$ 6.007.349,88, refletindo a estabilidade operacional do imóvel, que permaneceu locado ao longo de todo o exercício, contribuindo para a previsibilidade dos fluxos de caixa.
Após a dedução das despesas incorridas no período, o resultado apurado foi integralmente distribuído aos cotistas, totalizando R$ 5.525.169,66, em linha com a política de distribuição do fundo e com base na geração de caixa auferida.
Adicionalmente, conforme laudo de avaliação elaborado pela CBRE BRASIL, o imóvel integrante da carteira do fundo foi reavaliado ao final do exercício de 2025, passando de R$ 78.569.814,00 para R$ 81.608.977,00.
Para os exercícios seguintes, o fundo não possui programa de investimentos voltado à aquisição de novos ativos imobiliários, estando sua estratégia concentrada na gestão do imóvel atualmente integrante de sua carteira.
O foco da gestão consiste na administração do ativo, e na gestão do contrato de locação vigente, visando a geração recorrente de receitas e a distribuição de resultados aos cotistas, nos termos do regulamento do fundo.
No exercício de 2025, o segmento de lajes corporativas de alto padrão na cidade de São Paulo, especialmente nas regiões consolidadas como Jardins e Faria Lima, apresentou dinâmica de mercado marcada pela gradual recuperação da demanda por espaços corporativos, após os impactos observados nos anos anteriores.
De acordo com dados de mercado constantes no laudo de avaliação, verificou-se a manutenção do interesse por ativos bem localizados e de padrão elevado, com maior resiliência nos níveis de ocupação e na capacidade de geração de receita. Nesse contexto, ativos posicionados em regiões prime continuaram a apresentar maior liquidez e estabilidade de fluxos.
Observou-se, ainda, a realização de transações relevantes no período, com participação ativa de fundos imobiliários e outros investidores institucionais, evidenciando a atratividade do segmento. As taxas de capitalização (cap rates) praticadas permaneceram em patamares compatíveis com o perfil de risco dos ativos, refletindo as condições macroeconômicas e o custo de capital ao longo do período.
De forma geral, o cenário contribuiu para a manutenção da atratividade de ativos imobiliários geradores de renda, especialmente aqueles com contratos de locação vigentes e localizados em regiões consolidadas, como é o caso do imóvel integrante da carteira do fundo.
Considerando a composição da carteira do fundo, atualmente concentrada em um único ativo imobiliário destinado à locação, as perspectivas para o período seguinte estão diretamente relacionadas à continuidade do contrato de locação vigente.
Nesse contexto, a expectativa é de continuidade na geração de receitas imobiliárias recorrentes, com base na estabilidade da ocupação do ativo, o que tende a contribuir para a previsibilidade dos fluxos de caixa e dos resultados a serem distribuídos aos cotistas.
Adicionalmente, o posicionamento do imóvel em região consolidada do mercado de escritórios corporativos, conforme evidenciado no laudo de avaliação, reforça sua atratividade e liquidez, sustentando a perspectiva de manutenção de seu valor de mercado ao longo do tempo.
Eventuais variações nas condições macroeconômicas e no mercado imobiliário poderão impactar o desempenho do fundo, sendo continuamente monitoradas pela gestão.
O Fundo pagará ao Administrador pela prestação de serviços de administração, custódia e controladoria, uma remuneração correspondente a 0,17% (dezessete centésimos por cento) ao ano incidente sobre a Base de Cálculo, com valor mínimo mensal de R$ 16.000,00 (dezesseis mil reais).