No período entre julho de 2024 e junho de 2025 o fundo obteve resultado contábil de R$ 43.848.616,72. Foram distribuídos R$ 26.798.075,20 em dividendos isentos aos investidores.
O fundo encerrou o ano com R$ 2.165.242,57 de resultado acumulado no patrimônio para distribuições futuras.
Iremos continuar trabalhando junto aos principais estruturadores e originadores de operações para o mercado Agro com o objetivo de diversificar cada vez mais a carteira do fundo em riscos, setores e exposição geográfica. Os ativos alvo irão respeitar o regulamento do fundo, temos o objetivo de buscar as melhores relações de risco x retorno para os cotistas em ativos que tenham garantia adequada.
O setor agropecuário apresentou desempenho heterogêneo ao longo do ano, com variações significativas entre os diferentes segmentos.
No mercado de grãos, a retração na oferta de crédito e capital de giro impactou diretamente a capacidade financeira dos produtores e das empresas financiadoras de custeio, resultando em um aumento nos pedidos de recuperação judicial, especialmente entre os elos mais expostos da cadeia.
Em contrapartida, o setor sucroenergético foi favorecido por condições climáticas adequadas, o que impulsionou a produtividade agrícola e resultou em margens operacionais satisfatórias para a maioria das usinas.
No segmento de proteína bovina, o cenário foi igualmente positivo, com aumento da demanda doméstica e internacional, além de margens atrativas nos processos de abate e desossa. Como reflexo, as empresas do setor reportaram resultados financeiros satisfatórios.
As projeções para a safra de grãos 2025/26 são promissoras, com expectativa de leve expansão da área plantada, condições climáticas favoráveis e produtividade dentro de parâmetros satisfatórios. A estabilidade nos preços dos grãos contribui para uma perspectiva positiva de margens operacionais no próximo ciclo.
No setor de cana-de-açúcar, a estimativa para a safra atual aponta uma redução na produção em comparação ao ciclo anterior, em função dos efeitos da estiagem ocorrida no ano passado, que comprometeu a quantidade e qualidade da matéria-prima. Apesar da retração nos preços do açúcar frente ao ano anterior, as usinas têm adotado estratégias de fixação antecipada, o que deve assegurar níveis satisfatórios de rentabilidade.
O setor de proteínas segue com demanda sólida, tanto no mercado doméstico quanto no internacional. A tendência é de preços e margens em patamares atrativos no próximo ciclo, sustentando a boa performance do segmento.
Pela administração e gestão da CLASSE, nela compreendida as atividades do ADMINISTRADOR, do GESTOR, do ESCRITURADOR, do Consultor Especializado e de parte dos serviços prestados pelo CUSTODIANTE, a CLASSE pagará uma taxa de administração global equivalente a 1,00% (um por cento) ao ano sobre (i) o valor contábil do patrimônio líquido da CLASSE, ou (ii) o valor de mercado das Cotas da CLASSE, considerando a média diária das cotações do preço de fechamento das Cotas do dia , informadas pela B3, caso as Cotas tenham integrado ou passado a integrar, neste período, índice de mercado, observado o valor mínimo mensal de R$25.000,00 (vinte e cinco mil reais) (“Taxa de Administração Global”). A Taxa de Administração Global será calculada e provisionada diariamente, mediante a divisão da taxa anual por 252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Úteis, devendo ser paga mensalmente, por período vencido, até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente ao dos serviços prestados.