O Fundo encerrou o exercício social com o valor da cota patrimonial em R$ 72,81
O Fundo seguirá sua política de investimentos, conforme regulamento, e poderá buscar possibilidades de ampliação de seu patrimônio.
Em 2025, o mercado imobiliário brasileiro apresentou um crescimento moderado, influenciado por juros ainda elevados, que limitaram o crédito, enquanto a demanda seguiu aquecida em função de políticas públicas, valorização dos imóveis acima da inflação e maior interesse dos compradores.
As perspectivas para 2026 apontam um mercado imobiliário ainda positivo, com tendência de aquecimento moderado, impulsionado sobretudo pela provável queda da Selic, maior acesso ao crédito e continuidade da demanda.
(i) 0,20% (vinte centésimos por cento) a.a. à razão de 1/12 avos, calculada sobre o valor total dos ativos que integrarem o patrimônio da classe no último dia útil do mês imediatamente anterior ao mês de seu pagamento e que deverá ser pago diretamente ao Administrador, observado o valor mínimo mensal de R$ 30.000,00 (trinta mil reais),
atualizado anualmente pela variação do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), apurado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas - FGV, a partir do mês subsequente à data de autorização para funcionamento do FUNDO; e (ii) valor equivalente a até 0,30% (trinta centésimos por cento) ao ano à razão de 1/12 avos, calculada (a) sobre o valor contábil do patrimônio líquido da classe, caso a Taxa de Administração; ou (b) sobre o valor de mercado da classe, caso a Taxa de Administração seja calculada sobre o valor de mercado da
classe; correspondente aos serviços de escrituração das cotas da classe, incluído na Taxa de Administração e a ser pago a terceiros.