O resultado no exercício findo em 31/12/2025 foi de R$ 7.968.000,00
Não há previsão de novos investimentos pelo Fundo para os próximos exercícios.
O cenário econômico brasileiro em 2025 foi marcado por continuidade do crescimento moderado da atividade, ainda em ambiente de juros elevados e maior seletividade nos investimentos. A taxa Selic permaneceu em patamar elevado ao longo do ano, impactando o custo de capital e a dinâmica do mercado imobiliário, enquanto a inflação apresentou trajetória de estabilização. No mercado imobiliário logístico, especialmente no segmento de galpões classe A e A+, observou-se manutenção de fundamentos positivos, com demanda consistente ao longo do ano. O volume de investimentos imobiliários apresentou recuperação relevante, totalizando aproximadamente R$ 13,86 bilhões em 2025, distribuídos em 64 transações, com cap rate médio de 8,62%, refletindo maior liquidez, ainda que com perfil seletivo por parte dos investidores. A absorção líquida manteve-se positiva, sustentada principalmente pelos setores de comércio eletrônico, logística, varejo e indústria, ainda que em ritmo mais moderado em comparação a períodos anteriores. A taxa de vacância apresentou tendência de estabilização, com leve pressão em função da entrada de novos empreendimentos, sobretudo na região Sudeste. O preço médio de locação manteve trajetória de crescimento gradual, impulsionado pela qualidade dos ativos e pela demanda por imóveis bem localizados e com especificações técnicas mais modernas. Observou-se também continuidade da relevância das pré-locações, especialmente em empreendimentos de padrão elevado, reforçando a resiliência do segmento logístico. De modo geral, o mercado imobiliário em 2025 manteve-se resiliente, com foco em ativos de maior qualidade, contratos mais estruturados e geração recorrente de renda, ainda inserido em um contexto macroeconômico que demanda cautela na tomada de decisão por parte dos agentes de mercado. Fonte: Cushman & Wakefield
Para o período seguinte, a perspectiva para o Fundo é de continuidade da gestão ativa de sua carteira imobiliária, com foco na preservação da geração recorrente de renda e na manutenção da qualidade dos ativos detidos. A estratégia permanece pautada na análise criteriosa de oportunidades de investimento, priorizando ativos com bom padrão construtivo, localização consolidada e potencial de valorização, bem como na otimização da ocupação dos imóveis atualmente integrantes da carteira. Adicionalmente, a gestão seguirá atenta às condições de mercado e às oportunidades de reciclagem de portfólio, podendo avaliar eventuais aquisições ou alienações de ativos, sempre com o objetivo de maximizar o retorno aos cotistas e manter a eficiência operacional do Fundo. De forma geral, a condução da carteira buscará equilibrar geração de renda, mitigação de riscos e captura de oportunidades, considerando um cenário ainda desafiador, porém com sinais de gradual estabilização no mercado imobiliário. No que tange os imóveis que compõem o portfólio do Fundo, alicerçado pela garantia de reajuste pleno dos valores locatícios de acordo com os índices já contratados, aponta um cenário diferenciado no mercado imobiliário em geral.
O Administrador fará jus a Taxa de Administração de 0,3% ao ano sobre o Patrimônio Líquido da Classe, com mínimo mensal de R$ 16.000,00, calculada diariamente (1/252) e paga mensalmente até o 2º dia útil do mês subsequente, acrescida dos tributos aplicáveis. A Taxa inclui os serviços de controladoria, custódia qualificada e escrituração de cotas, podendo até 80% ser destinada a terceiros contratados. Adicionalmente, será devida remuneração de R$ 4.000,00 por ativo imobiliário adquirido, limitada a R$ 96.000,00. Os valores serão corrigidos anualmente pelo IGPM/FGV. Não há cobrança de taxa de performance, ingresso ou saída. A Taxa de Custódia corresponde a 0,1% ao ano sobre o Patrimônio Líquido, com mínimo mensal de R$ 4.000,00, paga mensalmente até o 2º dia útil do mês subsequente.