O resultado líquido do exercício foi de R$ 21,4 milhões
Para o próximo exercício, o programa de investimentos previsto se atém à realização de manutenções, benfeitorias e regularizações necessárias que visem a maximização do retorno dos imóveis do portfólio do fundo
O período foi marcado pela manutenção da taxa basica de juros em patamar ainda elevado reflexo de uma política monetária contracionista, o que continuou influenciando o mercado imobiliário e a precificação de fundos listados em bolsa.
No segmento de atuação do fundo, caracterizado por imóveis locados ao Bando do Brasil, atual e unico locatário dos imóveis do fundo, observou-se a manutenção dos contratos de locação e da previsibilidade de geração de receita pelo fundo.
Para o próximo exercício, o fundo deverá permanecer focado na gestão e preservação da qualidade dos ativos imobiliários que compoem seu portfólio, bem como na manutenção da geração recorrente de receitas proivenientes dos contrato de locação vigentes com o atual locatário Banco do Brasil.
A gestão seguirá acompanhando as condições do mercado imobiliário e avaliando eventuais necessidades de investimentos em benfeitorias e melhorias nos ativos, com o objetivo de preservar o valor dos imóveis, a qualidade do portifólio e a continuidade da geração de renda aos cotistas.
Instituição Administradora receberá, pelos serviços prestados ao Fundo, uma Taxa de Administração (“Taxa de Administração”) de 0,10% (dez centésimos por cento), incidente sobre o valor contábil do Patrimônio Líquido, calculado diariamente, com base em um ano de 252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Úteis. A Instituição Gestora receberá, pelos serviços prestados ao Fundo, uma taxa de gestão (“Taxa de Gestão”) de 0,50% (cinquenta centésimos por cento), incidente sobre o valor contábil do Patrimônio Líquido, calculado diariamente, com base em um ano de 252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Úteis.