Por Matheus Garcia de Carvalho em 20/08/2026 14:38
No primeiro semestre de 2026, no CACR11, não distribuiu os 95% de lucro que deveria, pegou o dinheiro para fazer investimentos (Contra as normas de Fii). No mês seguinte, fez assembleia com cotistas para não fazer a distribuição obrigatória, o que foi negado pelos cotistas. E após isso, vendeu imóveis com prejuízo de R$ 7,00 por cota para gerar caixa e pagar o valor devido do primeiro semestre. Em resumo a gestão fez uma lambança, foi contra a legislação de Fiis e como resultado destruiu o patrimônio do cotista. Pior ainda, o caixa mesmo com a venda do patrimônio ficou negativo, pondo em risco o pagamento dos dividendos no resto de 2026.
Fora isso, a própria administradora em 2026 desistiu do fundo, além do mesmo fazer péssimos investimentos com altíssima chance de falharem, por exemplo investir numa ponte que o governo promete construir a muito tempo na Bahia.