O fundo fechou o exercício com um Dividend Yield de 8,8% sobre o preço de fechamento das cotas no mercado secundário (R$ 102,85) em 30/06/2025 ou, ainda 7,7% sobre o PL do Fundo de (R$ 117,64).
Não há investimentos programados para o próximo exercício, porém é sempre possível que haja investimentos pontuais em certos ativos do portfólio para manter a condição e qualidade do empreendimento.
A atual conjuntura econômica brasileira é caracterizada por uma política monetária contracionista, evidenciada pelo aumento da taxa Selic como principal instrumento do Banco Central para conter as pressões inflacionárias. Em janeiro de 2025, a taxa básica de juros estava em 13,25%, tendo sido elevada para 15,00% em junho, refletindo a intensificação dos esforços da autoridade monetária para ancorar as expectativas de inflação.
Esse cenário tem implicações diretas sobre o mercado logístico, com dois efeitos principais:
Apesar da elevação dos juros, observa-se uma aceleração da atividade no setor logístico, impulsionada por fatores estruturais como o crescimento do e-commerce, a reorganização das cadeias de suprimentos e a demanda crescente por eficiência operacional. Esse dinamismo tem levado a uma maior procura por galpões e centros de distribuição, resultando na redução das taxas de vacância dos empreendimentos logísticos em diversas regiões do país.
Por outro lado, o ambiente de juro
A conjuntura econômica atual no Brasil é marcada por uma política monetária restritiva, com a taxa Selic mantida em patamar elevado, como instrumento do Banco Central para conter pressões inflacionárias. No entanto, o cenário internacional começa a sinalizar uma inflexão nesse ciclo. Com os recentes cortes nas taxas de juros nos Estados Unidos e a desaceleração da inflação global, cresce a expectativa de que o Banco Central brasileiro, assim como outras autoridades monetárias ao redor do mundo, possa iniciar um processo gradual de flexibilização monetária nos próximos trimestres, acompanhando o movimento liderado pelo Federal Reserve.
Esse ambiente de queda nas taxas de juros tende a favorecer a reprecificação de ativos de risco, especialmente no mercado de capitais. Os fundos imobiliários (FIIs), por sua natureza sensível ao custo de capital e à atratividade relativa frente à renda fixa, devem se beneficiar diretamente desse movimento. A redução da taxa de desconto aplicada aos fluxos
Até 1,30% (um inteiro e trinta décimos por cento) ao ano sobre o valor contábil do patrimônio líquido total do Fundo, observado o valor mínimo mensal de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), atualizado anualmente segundo a variação do Índice Geral de Preços do Mercado (“IGPM”), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (“FGV”), a partir do mês subsequente à data de autorização para funcionamento do Fundo, calculada mensalmente por período vencido e quitada até o 5º (quinto) Dia Útil do mês subsequente ao mês em que os serviços forem prestados.mensalmente por período vencido e quitada até o 5º (quinto) Dia Útil do mês
subsequente ao mês em que os serviços forem prestados.