O fundo recebe, mensalmente, o resultado gerado pelos ativos que compõem o seu patrimônio. Durante o exercício findo em junho de 2025 o Fundo auferiu rendimentos que somaram R$1,02 por cota.
O Fundo seguirá sua política de investimentos, conforme regulamento do mesmo, e poderá buscar possibilidades de ampliação de seu patrimônio.
No período findo, o mercado imobiliário operou sob maior cautela, com volatilidade elevada e prêmios de risco em ascensão. Internamente, o Copom manteve a Selic em 15,00% a.a., sinalizando permanência prolongada em nível contracionista para reancorar expectativas, ao passo que o IPCA acumulado em 12 meses encerrou agosto em 5,13%, com variação mensal de -0,11%. Esse quadro preservou as curvas de juros pressionadas e induziu seletividade na alocação de crédito. No ambiente externo, o Federal Reserve iniciou ciclo de afrouxamento monetário, com o intervalo do fed funds em 4,00%–4,25%, e projeções de organismos internacionais sugerem espaço para novos cortes, ainda que de forma gradual; decisões de grandes bancos centrais asiáticos contribuíram para a volatilidade em vencimentos longos. Em mercado de capitais, as ofertas de securitização permaneceram ativas, porém mais criteriosas em preço e garantias: no acumulado até agosto, emissões de CRI somaram R$ 29,9 bilhões, 27% abaixo do mesmo p
Para o período subsequente, a perspectiva é prudente e construtiva, ancorada na composição da carteira. O Fundo mantém portfólio diversificado por emissores, segmentos e indexadores (CDI e IPCA), com foco em créditos de melhor qualidade, garantias reais e cláusulas protetivas, além de originação predominantemente interna, o que possibilita calibrar estrutura, preço e covenants ao perfil de risco. A adimplência permaneceu íntegra no período de referência, reforçando a resiliência do fluxo de caixa. No plano macro, a manutenção da Selic em patamar elevado tende a preservar carrego atrativo nos ativos atrelados ao CDI; simultaneamente, a desaceleração gradual do IPCA pode favorecer a marcação a mercado dos papéis indexados à inflação. Externamente, a normalização monetária nos Estados Unidos, já em curso, pode suavizar condições financeiras globais, ainda que de forma assimétrica e dependente de dados. Diante desse contexto, a prioridade recai sobre seletividade de duration, disciplina de
O Fundo paga para a Administradora e Gestora uma taxa global de remuneração (“Taxa Global”), a qual corresponderá, até 31 de janeiro de 2021, a 0,10% (dez centésimos por cento) ao ano incidente sobre (i) o valor do patrimônio líquido da Classe Única; ou (ii) sobre o valor de mercado das cotas da Classe Única, calculado com base na média diária da cotação de fechamento das cotas de emissão da Classe Única no mês anterior ao do pagamento da remuneração, caso as cotas da Classe Única tenham integrado ou passado a integrar, no período, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários divulgado pela B3 (“IFIX”). A partir de 1º de fevereiro de 2021, a Taxa de Administração corresponderá aos percentuais da tabela abaixo, incidentes sobre (i) o valor do patrimônio líquido da Classe Única; ou (ii) o valor de mercado das cotas da Classe Única, calculado com base na média diária da cotação de fechamento das cotas de emissão da Classe Única no mês anterior ao do pagamento da remuneração, caso as c