O fundo recebe, mensalmente, o resultado gerado pelos ativos que compõem o seu patrimônio. Durante o exercício findo em junho de 2025 o Fundo auferiu rendimentos que somaram R$ 6,57 por cota.
O Fundo seguirá sua política de investimentos, conforme regulamento do mesmo, e poderá buscar possibilidades de ampliação de seu patrimônio.
No período encerrado, o setor de shopping centers manteve desempenho resiliente, apoiado pelo crescimento do consumo das famílias. Apesar da inflação acima do centro da meta e da taxa Selic elevada, os principais ativos do segmento apresentaram aumento real de faturamento, vacância controlada e inadimplência em níveis saudáveis. A projeção do boletim Focus para o crescimento do PIB encerrou o período a 2,2%, acima dos 2,0% projetados no início do período, refletindo atividade moderada, porém consistente. Vale destacar a boa performance dos ativos de renda variável, especialmente o IFIX e o IBOVESPA, crescendo 15,4% e 11,8% respectivamente no acumulado de 2025 até junho.
No período seguinte, acreditamos que o imóvel da carteira se manterá resiliente, mesmo num ambiente de taxas de juros ainda em patamares bastante restritivos. Ao longo do exercício seguinte, esperamos que se inicie um novo ciclo de afrouxamento monetário que poderá favorecer o consumo, impactando positivamente o resultado dos shopping centers e consequentemente o resultado do Fundo.
O Fundo paga à Administradora e Gestora uma taxa global de 0,50% (cinquenta centésimos por cento) sobre: (i) o valor do patrimônio líquido da Classe Única; ou (ii) sobre o valor de mercado das cotas da Classe Única, calculado com base na média diária da cotação de fechamento das cotas de emissão da Classe Única no mês anterior ao do pagamento da remuneração, caso as cotas da Classe Única tenham integrado ou passado a integrar, no período, o IFIX.