O fundo obteve resultado patrimonial no exercício de 2025 de aproximadamente R$ 38,9 MM, impactado principalmente pelo rendimento da CRI.
Seguimos originando operações com boas garantias e taxas de retorno elevadas, os empreendimentos imobiliários em que temos participação continuam em processo de maturação, mas não serão concluídos no próximo exercício.
Diante da escassez de recursos no mercado de poupança e da Selic acima de dois dígitos — cenário que provavelmente se prolongará no longo prazo — observamos taxas de financiamento mais elevadas. Isso gera boas oportunidades para continuar estruturando operações com remunerações mais atrativas. Dado que a tendência é a venda de imóveis diminuir durante esse período, buscamos mais garantias para proteger o patrimônio do fundo.
A expectativa da gestão é continuar pagando dividendo em linha com os últimos distribuídos, dado a nossa reserva legal, que em junho/25, era de R$ 1,6 milhões e a composição atual da carteira, que tem taxas próximas a IPCA + 10,50%.
7.1. O Fundo terá uma Taxa de Administração fixa e anual, calculada com base na aplicação do percentual indicado na tabela abaixo sobre cada uma das faixas do Patrimônio Líquido ou sobre o Valor de Mercado do Fundo, caso as Cotas tenham integrado ou passado a integrar, neste período, índice de mercado, para os serviços de administração e gestão do Fundo, observado o valor mínimo mensal de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) mensais, o qual será reajustado anualmente pela variação positiva do IPCA/IBGE ou índice equivalente que venha a substituí-lo, conforme tabela deste mesmo item, do Regulamento do Fundo, que pode ser acessado em: https://www.bancogenial.com/pt-BR/AdministracaoFiduciaria/Fund/301;
7.2. A Taxa de Administração engloba os pagamentos devidos ao Administrador, ao Gestor, e ao Escriturador, não incluindo os valores correspondentes ao Custodiante e aos demais Encargos do Fundo, os quais serão debitados do Fundo de acordo com o disposto neste Regulamento e na regulamentação vige