No período findo, o fundo apresentou um desempenho alinhado com sua estratégia de investimentos. Os rendimentos distribuídos aos cotistas foram de R$ 22.385.130,84. O fundo manteve um portfólio equilibrado, garantindo previsibilidade e segurança na geração de caixa.
O ano de 2025 foi desafiador, frustrando a possibilidade de novas emissões de cotas do fundo, basicamente em função da alta taxa básica de juros, que foi mantida a 15% por todo o ano. Para 2026, seguiremos com nosso objetivo de fazer novas emissões, mantendo o mesmo critério de avaliação risco/retorno para aquisição de operações em seguimentos corporativo, loteamentos, multipropriedade, incorporação e fundos imobiliários. O programa de investimento do Fundo para os exercícios seguintes seguirá a política de investimentos, em conformidade com o regulamento do Fundo.
Em 2025, a expectativa para os FIIs foi deteriorando-se em função dos juros reais muito altos, apesar do retorno da inflação para o intervalo de confiança, o corte de juros que era esperado não ocorreu, em boa medida pela piora do panorama fiscal, que segue sem sinalizar um ajuste duradouro. O mercado de construção civil foi mesclado por queda nas operações voltadas para classe média e corporativo e aquecido para setores como Minha Casa Minha Vida e Logística.
Em 2026, esperamos manter o retorno projetado, porém com um cenário ainda desafiador em função do custo elevado de capital e da provável volatilidade que um ano eleitoral produz. Desta forma, buscaremos ativos com boas garantias que apresentem também um ganho real compatível com nossas previsões, que apontam para manutenção de juros ainda restritivos nos próximos dois anos.
No mercado imobiliário, como ressaltamos desde os relatórios anteriores, percebemos uma mudança significativa na tipologia dos imóveis residenciais, assim como o uso de materiais mais econômicos e alinhados ao meio ambiente torna-se um fator cada vez mais importante para o sucesso de um empreendimento imobiliário, métrica à qual a indústria terá que se adaptar constantemente.
A remuneração do ADMINISTRADOR, em virtude da prestação dos serviços de administração da Classe Única corresponderá ao montante equivalente a: (a) 0,13% (treze centésimos por cento) ao ano, incidentes sobre o Patrimônio Líquido da Classe Única, pagáveis mensalmente à razão de 1/12 (um doze avos), apurado sobre o Patrimônio Líquido no último dia útil de cada mês, devida inicialmente no último dia útil do mês em que ocorrer a primeira integralização de cotas da Classe Única e as demais no último dia útil dos meses subsequentes, observando o valor mínimo mensal de R$ 12.500,00 (doze mil e quinhentos reais), atualizado anualmente segundo a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), apurado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas - FGV; (b) a R$ 5.414,00 (cinco mil quatrocentos e quatorze reais), atualizado anualmente segundo a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), apurado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, correspondente aos serviços de escrituração das cotas da Classe Única; e (c) a R$ 9.380,00 (nove mil trezentos e oitenta reais), atualizado anualmente segundo a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), apurado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas – FGV, correspondente aos serviços de custódia dos ativos do Fundo, observado o valor máximo equivalente a até 0,30% (trinta centésimos por cento) ao ano à razão de 1/12 avos, incidentes sobre o Patrimônio Líquido do Fundo.